segunda-feira, 23 de março de 2009

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Fragmento da realidade incógnita, não terás no que crer ou ver.
É apenas frieza regugitada em ódio abstrato e ambíguo.
A insanidade transpira entre poros, será intranscindível a irrealidade?



Siga ao começar...

sexta-feira, 20 de março de 2009

- preâmbulo;

- A pedido de um tal ser, tão caótico quanto a quem ele se referia,

Iniciado foi, eram papéis e corações, eram fotos e sentimentos, eram canetas, tintas, e infindáveis co-existencias diárias. Eram, são, serão...

Idealizado materialmente por tais insanidades entrópicas

Habitantes de pensamentos distorcidos e assaz inquietos dessa falsa realidade

Andarilhos sem destino traçado, sem caminho riscado

Sem espaço de tempo definido, sem razão a não ser o caos de ser

Em uma tarde de inverno do ano de 2007, após

Às 11:30 da manha, palavrórios rapidamente soltos ao vento, idéias, mãos, membros...

Rabiscada, novas perspectivas, a mesma mutalidade

Nessa escola da vida onde se aprende tudo e ao mesmo tempo

Não se assimila nada, dois conceitos físicos, humanamente introduzidos,

Entropia, Intrínseca

fielmente aportuguesados, novamente sensíveis a cada pensar.

Um trabalho concluído enfim, e sem fim, no dia 15 de agosto do mesmo ano,

Faltavam apenas as outras páginas, sobravam apenas nós, ficarão sempre escritas, a tais palavras...Perseguidas desde então e que enfim estenderam

Para o entrelaçamento quiçá sem final dessa história,

Há o que construir, simples complexidade da ambigüidade de voar sem sair do lugar.